Minha ficção ainda não acabada:
Hoje é o dia de ver o desfile da Ana Sofia a modelo mais bonita do mundo e eu queremos ser igual ela então faço tudo que ela faz e minha mãe acha ruim eu imitar ela e sempre que ela perde um desfile fica super brava e eu digo
- e é eu que amo ela
-não eu gosto das roupas e você faz tudo que ela faz
-mas eu gosto dela ela é linda e perfeita faz novela e propaganda
-mas ela tem 18 anos e você tem 11
-oque q tem ela é linda
-mas e quase adolescente e você é CRIANÇA
- GRRRR que saco todo mundo me chamando de criança já tenho 11 anos
-e ela tem 18
-IDAI que saco ela é, mas velha, mas por isso não é adulta e eu não sou criança sou PRÉ ADOLECENTE ouviu
- você é criança e pronto acabou
- não sou não GRRRRRRRRRR.
Bato a porta do quarto bem forte e figo La reclamando até que a correspondência chega e a mãe bate na porta dizendo
-carta pra voe Sofia
-de quem é
-é Desfiles Megan Juvenil
-A ME DAAAAAA
Começo a ler a carta que diz:
Sofia Molina de 10 anos esta convidada pelos consultores de moda Desfiles Megan Juvenil para desfilar com Ana Sofia dia 28 de outubro compareça no ensaio sai 19 de setembro na Combinada Fashion Brasil Juvenil e todos os dias até o di 28 de outubro não se esqueça de ir às 10h30min da manha as 01h30min da tarde
Obrigada beijinhos do Mono Castor.
Eu fico loca e grito até ficar roca todo tem muito medo do primeiro desfile, mas eu estava louquinha para fazer o primeiro desfile da minha vida no dia do meu aniversário. Acho que sou parecida com Ana Sofia só que ela é perfeita em tudo e eu não. Eu ainda vou continuar!!!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Meus pensamentos mais sinceros
Meus pensamentos mais sinceros são:
Eu acho que todo amigo tem de ser sincero e tem alguns ''amigos'' que acham que são sinceros e não são e eu acho que não ser sincero com um amigo não é bonito!
é assim que um amigo deve ser!!!!
Para mim a sinceridade é uma coisa Muito importante e eu gosto muito de pessoas sinceras que gostam de falar a verdade absoluta e a verdade verdadeira porque eu acho isso? Por que ser verdadeiro é ser amido ser fiel ser real e não ser uma pessoa desleal eu acho que o amigo de um é amigo de todos por isso que eu não tenho amizades únicas de só uma pessoa tenho de varias pessoas e se algum amigo meu estiver lendo isso mesmo que não goste de mim respeite meus direitos por favor!!!bem eu tenho certeza que tem alguém de fora da família lendo isso entrando todos os dias e eu fico muito grata de estas pessoas serem minhas amigas de coração eu gosto muito de verdades e ser verdadeiramente amigo de 1 pessoa muda muita coisa mesmo e se você tem um amigo respeite-o porque a amizade é verdadeira quando se tem respeito de verdade !!!
Amigos eu amo muito vocês!!!
Eu acho que todo amigo tem de ser sincero e tem alguns ''amigos'' que acham que são sinceros e não são e eu acho que não ser sincero com um amigo não é bonito!
é assim que um amigo deve ser!!!!
Para mim a sinceridade é uma coisa Muito importante e eu gosto muito de pessoas sinceras que gostam de falar a verdade absoluta e a verdade verdadeira porque eu acho isso? Por que ser verdadeiro é ser amido ser fiel ser real e não ser uma pessoa desleal eu acho que o amigo de um é amigo de todos por isso que eu não tenho amizades únicas de só uma pessoa tenho de varias pessoas e se algum amigo meu estiver lendo isso mesmo que não goste de mim respeite meus direitos por favor!!!bem eu tenho certeza que tem alguém de fora da família lendo isso entrando todos os dias e eu fico muito grata de estas pessoas serem minhas amigas de coração eu gosto muito de verdades e ser verdadeiramente amigo de 1 pessoa muda muita coisa mesmo e se você tem um amigo respeite-o porque a amizade é verdadeira quando se tem respeito de verdade !!!
Amigos eu amo muito vocês!!!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Os maia
meu trabalho de historia ainda só copiado e colado
http://www.suapesquisa.com/maias /http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/civilizacao-maia/civilizaca. Php
http://www.brasilescola.com/historia-da-america/maias-economia-sociedade.htm
História dos Maias
Conheça a história da Civilização Maia, aspectos culturais, economia, religião, calendário, trabalho no campo, o imperador, escrita e arquitetura
Introdução
A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X, os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Organização e sociedade
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.
Economia e agricultura
A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos uso de tintas em tecidos e roupas.
Religião
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Escrita
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Matemática maia
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
Para saber mais (livros):
- ANNEQUIN, Guy. Religião e Ciência entre os Maias. In: A Civilização dos Maias. Rio de Janeiro: Otto Pierre Editores, 1977.
- DANIKEN, Erich Von. O que teria acontecido em 11 de Agosto de 3114 a.C.? In: O dia em que os deuses chegaram. São Paulo: Círculo do Livro, 1986. Os maias foram responsáveis por invenções nas mais variadas áreas do conhecimento.
Assim como os olmecas, a civilização maia instiga uma série de questões não respondidas aos diversos paleontólogos, historiadores e antropólogos que investigam este povo pré-colombiano. Os indícios da origem da civilização maia repousam nos sítios arqueológicos da península do Iucatã, que datam entre 700 e 500 a.C. Contudo, novas pesquisas admitem uma organização mais remota, estabelecida em 1500 a.C..
Ao contrário de outras grandes civilizações, os maias não se organizaram politicamente através de uma estrutura de poder político centralizado. Em um vasto território que ia da Guatemala até a porção sul do México, observamos a presença de vários centros urbanos independentes. Entre as principais cidades integradas a esse sistema podemos destacar Piedras Negras, Palenque, Tikal, Yaxchilán, Copán, Uxmal e Labná.
O esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho, produto de grande consumo, o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas.
O processo de organização da sociedade era bastante rígido e se orientava pela presença de três classes sociais. No topo da hierarquia encontramos os governantes, os funcionários de alto escalão e os comerciantes. Logo em seguida, temos funcionários públicos e os trabalhadores especializados. Na base da pirâmide ficavam os camponeses e trabalhadores braçais.
Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigésimas e, assim como os olmecas, utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos.
A arte
A arte maia se expressa, sobretudo, na arquitetura e na escultura. Suas monumentais construções - como a torre de Palenque, o observatório astronômico de El Caracol ou os palácios e pirâmides de Chichén Itzá, Palenque, Copán e Quiriguá - eram adornadas com elegantes esculturas, estuques e relevos. Podemos contemplar sua pintura nos grandes murais coloridos dos palácios. Utilizavam várias cores. As cenas tinham motivos religiosos ou históricos. Destacam-se os afrescos de Bonampak e Chichén Itzá. Também realizavam representações teatrais em que participavam homens e mulheres com máscaras, representando animais.
Os ritos
Só podiam subir aos templos os sacerdotes, que formavam a classe mais culta. Os maias acreditavam descender de um totem e eram politeístas. A influência dos toltecas introduziu certas práticas cerimoniais sangrentas, pouco antes da decadência dos maias. Adoravam a natureza, em particular os animais, as plantas e as pedras. Cuidavam de seus mortos, colocando-os em urnas de cerâmica.
SOCIEDADE
A sociedade maia tinha uma organização bastante diferente dos demais impérios consolidados ao longo do continente americano. Organizando-se de forma descentralizada, os maias dividiam o poder político entre diversas cidades-Estado. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.
Os funcionários públicos da cidade eram todos de origem nobiliárquica e desempenhavam cargos de confiança. Entre outras funções, este corpo de funcionários deveria controlar os exércitos, fiscalizar a arrecadação de impostos e a aplicação das leis. Outro importante cargo era desempenhado pelos sacerdotes, que orientavam os sacrifícios e oferendas realizadas durante as cerimônias religiosas. Além disso, a classe sacerdotal maia deveria cuidar da disseminação das técnicas e conhecimentos dominados pela civilização.
Logo abaixo, na pirâmide social maia, existia uma ampla camada social intermediária. Nela encontravam-se artesãos e guerreiros que exerciam atividades importantes na manutenção das instituições e da economia maia. Em seguida, situavam-se as classes trabalhadoras responsáveis pelo cultivo das terras e da construção das obras públicas. O trabalho por eles desempenhado era usufruído por toda a sociedade, tornando-se assim, o sustentáculo da economia maia. Na base da sociedade estavam os escravos, geralmente obtidos por conquistas militares e o não pagamento de tributos.
ECONOMIA
O milho era considerado um dos principais gêneros agrícolas da dieta alimentar maia. Seu cultivo contava com técnicas bastante desenvolvidas que trabalhavam em um sistema rotativo de terras. Alem disso, utilizavam das queimadas para explorarem terras ainda não cultivadas. O grande consumo do milho e o uso das queimadas faziam com que as terras férteis sofressem um rápido processo de desgaste.
Além do milho, a abóbora, o feijão, o tomate e várias raízes eram alimentos usualmente consumidos pelos maias. A culinária maia também apreciava o uso de temperos e especiarias. A baunilha, a pimenta e o orégano eram produtos utilizados no tempero dos alimentos. A caça era outra atividade econômica de grande importância. Antas, tartarugas, coelhos, macacos, veados e jaguares eram os principais tipos de caça apreciados.
Civilização Maia
O povo maia habitou a região das florestas tropicais nos países que atualmente denominam-se Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X, os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra.
A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.
Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia
A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos uso de tintas em tecidos e roupas.
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
http://www.suapesquisa.com/maias /http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/civilizacao-maia/civilizaca. Php
http://www.brasilescola.com/historia-da-america/maias-economia-sociedade.htm
História dos Maias
Conheça a história da Civilização Maia, aspectos culturais, economia, religião, calendário, trabalho no campo, o imperador, escrita e arquitetura
Introdução
A civilização maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X, os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Organização e sociedade
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.
Economia e agricultura
A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos uso de tintas em tecidos e roupas.
Religião
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Escrita
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Matemática maia
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
Para saber mais (livros):
- ANNEQUIN, Guy. Religião e Ciência entre os Maias. In: A Civilização dos Maias. Rio de Janeiro: Otto Pierre Editores, 1977.
- DANIKEN, Erich Von. O que teria acontecido em 11 de Agosto de 3114 a.C.? In: O dia em que os deuses chegaram. São Paulo: Círculo do Livro, 1986. Os maias foram responsáveis por invenções nas mais variadas áreas do conhecimento.
Assim como os olmecas, a civilização maia instiga uma série de questões não respondidas aos diversos paleontólogos, historiadores e antropólogos que investigam este povo pré-colombiano. Os indícios da origem da civilização maia repousam nos sítios arqueológicos da península do Iucatã, que datam entre 700 e 500 a.C. Contudo, novas pesquisas admitem uma organização mais remota, estabelecida em 1500 a.C..
Ao contrário de outras grandes civilizações, os maias não se organizaram politicamente através de uma estrutura de poder político centralizado. Em um vasto território que ia da Guatemala até a porção sul do México, observamos a presença de vários centros urbanos independentes. Entre as principais cidades integradas a esse sistema podemos destacar Piedras Negras, Palenque, Tikal, Yaxchilán, Copán, Uxmal e Labná.
O esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho, produto de grande consumo, o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas.
O processo de organização da sociedade era bastante rígido e se orientava pela presença de três classes sociais. No topo da hierarquia encontramos os governantes, os funcionários de alto escalão e os comerciantes. Logo em seguida, temos funcionários públicos e os trabalhadores especializados. Na base da pirâmide ficavam os camponeses e trabalhadores braçais.
Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigésimas e, assim como os olmecas, utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos.
A arte
A arte maia se expressa, sobretudo, na arquitetura e na escultura. Suas monumentais construções - como a torre de Palenque, o observatório astronômico de El Caracol ou os palácios e pirâmides de Chichén Itzá, Palenque, Copán e Quiriguá - eram adornadas com elegantes esculturas, estuques e relevos. Podemos contemplar sua pintura nos grandes murais coloridos dos palácios. Utilizavam várias cores. As cenas tinham motivos religiosos ou históricos. Destacam-se os afrescos de Bonampak e Chichén Itzá. Também realizavam representações teatrais em que participavam homens e mulheres com máscaras, representando animais.
Os ritos
Só podiam subir aos templos os sacerdotes, que formavam a classe mais culta. Os maias acreditavam descender de um totem e eram politeístas. A influência dos toltecas introduziu certas práticas cerimoniais sangrentas, pouco antes da decadência dos maias. Adoravam a natureza, em particular os animais, as plantas e as pedras. Cuidavam de seus mortos, colocando-os em urnas de cerâmica.
SOCIEDADE
A sociedade maia tinha uma organização bastante diferente dos demais impérios consolidados ao longo do continente americano. Organizando-se de forma descentralizada, os maias dividiam o poder político entre diversas cidades-Estado. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.
Os funcionários públicos da cidade eram todos de origem nobiliárquica e desempenhavam cargos de confiança. Entre outras funções, este corpo de funcionários deveria controlar os exércitos, fiscalizar a arrecadação de impostos e a aplicação das leis. Outro importante cargo era desempenhado pelos sacerdotes, que orientavam os sacrifícios e oferendas realizadas durante as cerimônias religiosas. Além disso, a classe sacerdotal maia deveria cuidar da disseminação das técnicas e conhecimentos dominados pela civilização.
Logo abaixo, na pirâmide social maia, existia uma ampla camada social intermediária. Nela encontravam-se artesãos e guerreiros que exerciam atividades importantes na manutenção das instituições e da economia maia. Em seguida, situavam-se as classes trabalhadoras responsáveis pelo cultivo das terras e da construção das obras públicas. O trabalho por eles desempenhado era usufruído por toda a sociedade, tornando-se assim, o sustentáculo da economia maia. Na base da sociedade estavam os escravos, geralmente obtidos por conquistas militares e o não pagamento de tributos.
ECONOMIA
O milho era considerado um dos principais gêneros agrícolas da dieta alimentar maia. Seu cultivo contava com técnicas bastante desenvolvidas que trabalhavam em um sistema rotativo de terras. Alem disso, utilizavam das queimadas para explorarem terras ainda não cultivadas. O grande consumo do milho e o uso das queimadas faziam com que as terras férteis sofressem um rápido processo de desgaste.
Além do milho, a abóbora, o feijão, o tomate e várias raízes eram alimentos usualmente consumidos pelos maias. A culinária maia também apreciava o uso de temperos e especiarias. A baunilha, a pimenta e o orégano eram produtos utilizados no tempero dos alimentos. A caça era outra atividade econômica de grande importância. Antas, tartarugas, coelhos, macacos, veados e jaguares eram os principais tipos de caça apreciados.
Civilização Maia
O povo maia habitou a região das florestas tropicais nos países que atualmente denominam-se Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X, os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra.
A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.
Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia
A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos uso de tintas em tecidos e roupas.
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Vou tomar a decisão da minha vida a simples vida que eu tenho e sempre vou te agora eu sei que é amar agora eu vou ficar de boa na vida de bem com a vida o amor é a melhor coisa que tem nesse pequenino mundo que eu vivi e agora eu vou te levar nessa viagem que eu vou tomar caminhar nessa vida que eu quero levar com migo o amor que tem em você!por que~você me deixou assim por que você me deteve aqui eu quero que saiba que eu não te esqueci e agora eu não te amo mais pois eu tenho coragem de adimitir as coisas lindas de viver!
Fim
Um abraço da sofia
Fim
Um abraço da sofia
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Monteiro Lobato

Oi gente quase invisível!
Eu estou lendo Reinações de narizinho e eu li Memórias de Emilia os primeiros livros infantis do Monteiro Lobato eles são bem criativos e interessantes.
Eles são os melhores livros que ele já escreveu (por mim claro) O próximo livro que eu vou ler vai ser A viagem ao céu!
Esses livros me facearam e espero que leiam vai fascinar vocês!!!
Um abraço,
Da Sofia.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
a melhor coisa do mundo
vocês sabiam que uma das melhores coisas do mundo é deixar tudo de lado para ler? segundo uma reportagem do hoje em dia(da recorde) o menor numero de crianças brasileiras lêem livros!
Para você poder ter uma boa comvivencia com as pessoas e para ganhar trabalho e para ter uma otima ortorafia se deve ler bastante e para varias outras coisas.
Para você poder ter uma boa comvivencia com as pessoas e para ganhar trabalho e para ter uma otima ortorafia se deve ler bastante e para varias outras coisas.
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